Na nuvem, pronto para usar
O console roda na nuvem: abre o navegador e está lá. Conecta um aparelho e ele aparece na lista. Nada para instalar, configurar ou manter.
O console fica na nuvem: você abre o navegador e ele está lá. Conecta um aparelho e ele aparece na lista — nada para instalar, configurar ou operar. Faça a tarefa uma vez na tela ao vivo e ela vira um script, ou escreva você mesmo: achar um elemento, uma imagem ou um texto é uma linha só. Depois envie para o grupo inteiro de aparelhos.
function main() {
client.session('com.zhiliaoapp.musically'); // abre o app
// pop-up opcional: espera no máximo 1 segundo
clickElement('labelContains', 'Mais tarde', 1);
// imagem: espera o botão Curtir e toca nele
if (!clickImage('btn_like.png', 5)) {
return false;
}
// texto: lê a faixa do topo
var lines = ocr([0.05, 0.1, 0.9, 0.12]);
logi(lines.text);
client.swipeUp(); // deslize com jeito humano
return true;
}Console real e dois iPhones reais: controle sincronizado, gravação sem código, ambiente de teste de código e agendamento.
O console roda na nuvem: abre o navegador e está lá. Conecta um aparelho e ele aparece na lista. Nada para instalar, configurar ou manter.
Não precisa de desenvolvedor. Faça a tarefa uma vez na tela ao vivo: toques, deslizes e digitação viram passos e sai JavaScript legível na hora.
A API de scripts recebe os argumentos em ordem: achar um elemento, tocar numa imagem ou ler um texto é uma linha só, como clickElement('label', 'Entrar'). Se algo estiver errado, o erro mostra a linha corrigida.
Encontre o que a árvore de elementos não vê: busca de imagens por modelo, busca de cores em um ou vários pontos e reconhecimento de texto com o Apple Vision — tudo no próprio celular, sem rede e sem enviar capturas.
Toques num ponto aleatório de uma área, esperas aleatórias e o app do zero a cada rodada; os deslizes seguem um traçado de mão, com uma leve curva, ritmo de lento a rápido e pequenas tremidas. Nenhuma execução é igual à outra.
A tela do aparelho chega ao navegador em tempo real, por P2P sempre que possível, sem passar pelo servidor; o mural mostra um grupo inteiro de uma vez, e você toca e desliza direto na imagem.
Ligue a sincronização e uma ação vai para o grupo todo. As coordenadas viajam como proporções de 0 a 1, não como pixels, então aparelhos de resoluções diferentes rodam juntos.
Execuções sem supervisão por grupo, vezes por dia, janela e intervalo. Cada passo tenta de novo sozinho, tarefas de um aparelho que cai são recolhidas e redistribuídas, e o log aponta o passo exato que falhou.
Aparelho offline, WDA sem resposta, tarefas falhando em sequência, pouca bateria ou armazenamento: o alerta chega na hora pelo WeCom, Telegram ou seu próprio webhook, e bateria, armazenamento e temperatura ficam visíveis num relance.
Sem servidor para instalar e nada para configurar: um iPhone já basta para começar.
Entre no console e comece. Se os seus dados precisam ficar no seu próprio data center, o serviço inteiro pode rodar nos seus servidores.
Instale o app CloudClick iOS e o WebDriverAgent no iPhone e faça login: o aparelho aparece no console. Uma ferramenta complementar para Windows assina e instala o IPA e monta a imagem de disco de desenvolvedor.
Grave uma vez na tela ao vivo, ou escreva no playground de código testando cada linha num aparelho real; quando funcionar, publique como tarefa por grupo de aparelhos e janela de horário, com os logs chegando ao vivo.
Ficou outra dúvida? Escreva — quem responde é um engenheiro.
Não precisa. Conecte a tela do aparelho e faça a tarefa uma vez: toques, deslizes e digitação viram passos automaticamente. Onde o passo deve seguir um elemento em vez de uma coordenada, abra o inspetor e clique no nó; a expressão de localização se preenche sozinha. O que sai é JavaScript legível, então dá para continuar editando se quiser.
Não. Os argumentos vão em ordem e cada ação é uma linha: clickElement('label', 'Entrar'), findImage('btn.png', 5), ocr(). O playground de código do console tem referência rápida da API, autocompletar e inspetor de elementos, então você roda cada linha num aparelho real enquanto escreve.
O gravador não tem coordenadas fixas como padrão: os toques caem num ponto aleatório de uma região, esperas e deslizes usam intervalos em vez de valores fixos, os traçados fazem uma leve curva, de lento a rápido, com pequenas tremidas, e cada rodada fecha o app e começa do zero. Nenhuma execução é igual à outra.
Sim. Usa o framework Vision da Apple no próprio celular — sem rede e sem enviar capturas — e lê chinês, inglês, japonês, coreano e outros idiomas (o chinês exige iOS 14 ou posterior). A busca de imagens e cores também acontece no celular.
Dá. O plano de controle é um binário Go com ligação estática, sem versão de glibc para acertar; dê a ele um MongoDB, suba com supervisor e ponha nginx na frente — seus dados e aparelhos ficam com você.
Pode. Compartilhar dá a outra conta permissão para executar o script, com validade opcional. Os parâmetros ficam separados, então o mesmo script roda com o conjunto de cada pessoa.
Hoje não. Isto roda em aparelhos iOS físicos via WebDriverAgent, e o runtime de scripts foi construído em torno disso. Android não está na versão atual.
Traga um aparelho real e uma tarefa que você repete todo dia. A gente conecta a tela, grava uma vez e executa uma vez, com você olhando. Decide depois.